Silêncio…

Silêncio…

Estou eu descansada em casa a fazer as minhas coisas, nas calmas… e o telefone toca e quebra o silêncio.
Eu não gosto de silêncio. Mas às vezes sabe tão bem. Deve ser porque é raro.

“Ficámos sentados em silêncio a observar o mundo à nossa volta. Levou-nos uma vida a aprender isso. Parece que os velhos são capazes de ficar sentados um ao lado do outro sem dizerem nada e, ainda assim, satisfeitos. Os jovens activos e impacientes, têm sempre que quebrar o silêncio. É um desperdício, porque o silêncio é puro. O silêncio é sagrado. Une as pessoas porque só os que se dão bem uns com os outros se podem sentar juntos sem falar. É este o grande paradoxo.”

                                   (Nicholas Spark, “O diário da nossa paixão”)


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