Estamos todos ligados em “Touch”

Estamos todos ligados em “Touch”

Vi hoje os dois primeiros episódios da série “Touch”. É boa. Eu gosto de séries e filmes que se moldem com números (por isso adorei o filme “23”). Gosto de séries e filmes que tenham algo que ver com as relações entre pessoas que não se conhecem (por isso adorei a série “Lost”), relações que envolvem toda a humanidade (por isso adorei “Flashforward”). Relações que brinquem com o passado, presente e futuro (e por isso gostei do “Heroes”) As pessoas com autismo também me emocionam sempre, é uma doença misteriosa, intrigante, mas as pessoas são sempre extremamente tocantes de tão inteligentes (e daí ter gostado de “Rain Man”).

Esta série junta isto tudo numa só história, conseguindo ainda demonstrar a relação entre um pai e um filho.
Há apenas (e até agora) três personagens assíduas. Martin é viúvo, a mulher morreu nos atentados do 11 de Setembro. Clea é a assistente social que leva Jake para uma instituição (e cá para mim o Martin e a Clea… ainda vai “rolar um clima”, não?)

Mas o ponto alto da questão está em Jake, o menino autista. Ele tem dez anos e nunca falou, não deixa ninguém tocar-lhe e tem um estranho fascínio por números. Jake consegue através dos números perceber ligações entre as pessoas podendo prever situações que vão acontecer no futuro. Martin é o pai que vai aprender a ouvir um filho que não fala. E é nesse momento que a própria relação dos dois começa.

1 Comente

  • madeira
    16 Abril, 2012 5:03

    Muito boa, esta serie!
    Recomendo…para além de mostrar tudo o que já dissestes, dá a conhecer factos da vida que quase ninguém se dá ao trabalho de saber!
    :)
    Bom gosto!

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