Midnight in Paris

Midnight in Paris

As cores. Este filme de Woody Allen é cheio de cores. Foi uma coisa que me saltou logo à vista nas primeiras imagens que aparecem de Paris. Sou apaixonada por aquela cidade e no filme aparece linda, cheia disso mesmo, cores.
Mas há mais.
Paris transforma-se depois da meia-noite. Mas não para todos. Só para quem é capaz de sonhar, sem medo. Só para quem é capaz de acreditar nesses mesmos sonhos. Só para quem consegue ver além desses mesmos sonhos e continuar a viver.
E depois há a música. No início ao fim aquela música entra e não sai mais (agora mesmo se eu soubesse assobiar conseguia reproduzir o som).
Owen Wilson é Gil um escritor envergonhado que vive encantado com os anos de ouro em Paris, os loucos anos 20. Depois da meia-noite ele pode esquecer toda a sua vida “normal” e o romance chato com Inez (chata, mesmo chata esta Inez). Depois da meia-noite ele pode ser quem quiser, pode ter as oportunidades que sempre ambicionou ao conhecer grandes estrelas e quem sabe até se pode apaixonar de novo.
Eu fazia era questão de ter percebido afinal o que é que aconteceu. Se aquilo da viagem no tempo era só na cabeça do senhor, qual foi o desfecho? Enlouqueceu ou foi muito feliz? Se aquilo era uma vida passada de regresso, tipo voltas e voltas da vida…digam-me. Adoro coisas que tenham a ver com viagens no tempo, mas fico sempre  intrigada e tenho necessidade de respostas, ora!

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