Revenge: what goes around cames around

Revenge: what goes around cames around

“Amanda Clarke is no longer exists”.

Amanda Clarke é agora Emily Thorne. E voltou para se vingar. Mas esta não é uma vingança qualquer. É uma vingança em grande estilo. A mente humana é capaz das piores coisas.
Gosto de ver séries assim, com história até ao infinito. Com histórias que eu vou tentando adivinhar quando não estou a perceber nada.
Gosto de começar a ver séries quando já deram muitos episódios, pois assim não tenho que esperar semanas até ver o próximo, e vejo vários de seguida. Só não gosto de ter que me segurar para ir procurar na net o que vai o que vai acontecer a seguir…

Ainda vou no princípio da história. Concordo que a Emily terá motivos para se vingar de algumas pessoas pelo que aconteceu no passado, de algumas até mesmo do que está a acontecer no presente. A única coisa capaz de afastar Emily (ou Amanda) da sua missão de vingança são os sentimentos. Ela teve demasiado tempo a preparar-se e afastar-se de qualquer tipo de sentimento. E esse pode ser o seu verdadeiro problema. Emily esteve demasiado tempo sem sentir.

“When I was a little girl, my understanding of revenge was as simple as the Sunday school proverbs it hid behind. Neat little morality slogans like “do unto other,” and “two wrongs don’t make a right.” But two wrongs can never make a right. Because two wrongs can never equal each other. For the truly wronged, real satisfaction can only be found in one of two places… Absolute forgiveness or mortal vindication. This is not a story about forgiveness.”


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