Hunger Games – A revolta

Hunger Games – A revolta

“Enquanto limpo a tigela, ocorre-me uma ideia – Ei, se calhar devia fazer disso uma condição para ser o mimo-gaio.
– Eu poder dar-te nabos? – pergunta ele.
– Não, podermos caçar.  – Isso desperta-lhe a atenção – Teríamos de entregar tudo à cozinha. Mas, mesmo assim podíamos – Não preciso terminar, porque ele sabe. Podíamos andar à superfície. Lá fora no bosque. Podíamos voltar a ser nós mesmos.
– Faz isso. – insta o Gale. – É o momento certo. Podias pedir-lhes a Lua e eles teriam de arranjar uma maneira de a conseguir.
Ele não sabe que já estou a pedir-lhes a Lua, ao exigir que poupem a vida do Peeta.”

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