6 coisas parvas que todos nós fazemos

6 coisas parvas que todos nós fazemos

Estive a pensar. E todos nós fazemos isto. E o pior é que sabemos que o fazemos. E continuamos a fazer. Realmente a minha cabeça tem uma capacidade acima da média para pensar em coisas com imensa inutilidade. Seis coisas parvas para refletir e rir de nós próprios:

  1. Sempre que alguém elogia a nossa roupa temos necessidade de contar a história daquela peça. E é sempre uma coisa já antiga, muito barata, se possível comprada nos saldos. Vejam lá se não dizem qualquer coisa assim: “Isto? Oh, isto tem uns dez anos, ainda me lembro, comprei nos saldos da Zara.”
  2. Ligamos a alguém e não atende. Depois essa pessoa liga de volta e nós não atendemos. E assim sucessivamente durante um bocado. Quando finalmente conseguimos falar ficamos durante os primeiros três minutos a falar precisamente disso, em vez de dizermos o que tínhamos para dizer. “Então, liguei-te mas não atendeste! Estávamos desencontrados…”
  3. Quando estamos na praia e a maré começa a subir começamos a fazer barreiras de areia muitíssimo bem arquitetadas e fortes para evitar que a água venha e molhe as nossas toalhas. Depois passamos o resto do tempo a arrastar toalhas com o rabo e a olhar para ver quando é que a água vem. “Olha, olha, olha, ahhh viste? Se não fosse isto já estava”. Depois a barreira de areia muito forte vai-se abaixo e construímos tudo de novo. E ainda dizemos que foi um óptimo dia de praia.
  4. Vemos alguém que cortou o cabelo e dizemos sempre, mas sempre, com ar admirado “Ah cortaste o cabelo?”. O mesmo se passa quando reparamos que alguém está rouco “então, estás rouco?”. Igualmente parvo quando ligamos para casa de alguém e essa pessoa atende…perguntamos: “então, estás em casa?”
  5. Estacionar o carro e ficar a ouvir o restinho da música que está a dar. Porque não vai ser possível ouvi-la nunca mais. Quem nunca?
  6. Alguém te pede uma pastilha. Tu gentilmente entregas a caixa de pastilhas. E ouves a pessoa, com ar de pânico, “mas só tens uma! É a última!” E então? A última não se come?

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