Histórias

Estas são as histórias que nós também podemos fazer…

Dia-a-dia, Histórias

Bless woman | ser mulher de coragem

Estava a adiar escrever este post porque tenho a cabeça muito cheia com aquilo que aconteceu no dia de domingo. Apesar de ter aprendido muitas coisas e ter muitas coisas para escrever aqui e vos contar, estava com medo de não conseguir expressar-me, da forma merecida, sobre tudo o que aconteceu. Mas uma das coisas que aprendi foi que não faz mal ter medo e então larguei o sofá e vim meter os dedos a trabalhar. Continuar a ler

Histórias, Livros

Páginas Salteadas | Receitas peculiares

Normalmente não escolhemos temas para as nossas receitas nem definimos assuntos para os nossos livros no Páginas Salteadas. Mas em Outubro sabíamos que queríamos algo relacionado com o Halloween. Mas como somos diferentes, não podia ser assim tão óbvio. Não escolhemos um livro de bruxas nem histórias de fantasmas. Não optamos por nada assustador, só um bocado enigmático. Escolhemos o livro de Ransom Riggs “A casa da senhora Peregrine para crianças peculiares”. Continuar a ler

Destaque, Dia-a-dia, Histórias

Blogging for a cause

Quando comecei este blog encontrei na frase “quando olhas para trás e te perguntas que grandes coisas tens para contar o que é que dizes?” a minha premissa. Queria que este blog guardasse as minhas histórias. A verdade é que as melhores histórias têm surgido precisamente por causa do blog e com o blog, o que dá bastante sentido a isto tudo. Continuar a ler

Dia-a-dia, Histórias

A kéké e a right buddy

Estive a pensar em fazer umas perguntas à Raquel, como já tenho feito aqui no blog. Mas não. Não quis fazer-lhe uma entrevista porque queria ser eu a dizer o que ela é. Queria ser eu a dizer-lhe que me inspira e me motiva pelas minhas palavras. Que o seu trabalho é muito valioso no blog e no resto que está para vir. E queria também fazer-lhe uma surpresa. Continuar a ler

Dia-a-dia, Histórias

Escrever na rua

Escrevi sozinha na rua. Nunca tinha escrito, deitada numa manta de retalhos, no jardim. Havia sombras mas eu escolhi o sol, porque o vento era frio e assim sempre estava mais aconchegada. O sol a bater na nossa cara é sempre reconfortante. Abri o meu caderno e dei corda à caneta. Não era uma caneta de penas, mas era a minha companheira para essa tarde. Escrevi até me doer o calo do dedo dos tempos de escola. Continuar a ler

Histórias, Livros

“Licenciei-me… e agora?” | Conversa com a Catarina

Não me licenciei agora. Mas isso não quer dizer que não me questione “e agora?” de vez em quando. Li o livro da Catarina Alves de Sousa de um só lanço,e já com trinta anos, depois de me ter licenciado há dez. Faz sempre sentido. Porque estamos sempre a tempo de nos questionarmos. É de perceber  se o caminho que estamos a seguir está certo para nós e para a nossa felicidade. Continuar a ler