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Uma arte subtil

Eu não digo asneiras frequentemente, mas quando descobri o livro “A arte subtil de dizer que se f*da” quis muito ler. Porque o facto de não dizer asneiras com regularidade me confere o poder de perceber realmente o potencial que isso tem e o acto libertador que isso é. Dizer uma asneira no momento certo é mais ou menos como mandar os papéis todos da secretária para o chão de uma só assentada. E só nunca fiz isso porque teria de os apanhar depois. Continuar a ler