Love actually

Love actually

Pleno fim do ano 2017 e eu ainda não tinha visto o Love Actually. Pensei resolver essa situação já! Decidi aproveitar o espírito do natal, as luzes ligadas e a piscar na árvore, as meias grossas calçadas e a manta por cima das pernas. Dezembro parece-me a melhor altura para ver este filme.

Não sou a melhor pessoa do mundo no que toca a grandes clássicos. Inclusivamente fiz um post onde revelo as minhas grandes falhas ao nível da sétima arte.

Quero resolver este problema e aproveitei o final do ano para ver alguns filmes. Ouvia falar muito deste Love Actually como o filme preferido de natal de muita gente. Digo-vos já, depois de ver, que não é o meu. No entanto não deixo de considerar a mensagem deste filme muito poderosa. E adoro a música, que coincidência ou não, ouvi passar na rádio, um dia depois de ver o filme: Christmas is all around.

Love Actually filme

“Love Actually” prova que o amor acontece em todo o lado. E há vários tipos de amor.

O filme começa e acaba no mesmo local. No aeroporto. Sempre tive um fascínio por este sítio. Há muitas histórias dentro do aeroporto. Muitos abraços. Muitas partidas chorosas e regressos abençoados.

O que podemos ver durante duas horas de filme são várias histórias sem ligação entre si à excepção de algumas personagens que se conhecem ou trabalham juntas ou se encontram no mesmo local, por acaso. Mas são histórias de amor. Cada uma à sua maneira. Não há uma história de amor igual.

O amor não escolhe cargos maiores ou menores. Interessamo-nos por pessoas não pelos seu estatuto social. Não há línguas que travem o poder de um olhar apaixonado em português ou em inglês. O amor deve ser respeitado, devemos sentir-nos felizes por alguém gostar de nós.

Há amores maiores que outros. Há amor pela família, que é para a vida, e há amores que vão e vêm. Há amores mais velhos e há amores mais novos. Não temos idade para sentir amor no coração. Há amor louco sem medida e há amor com sentido. Há amores que ultrapassam os limites do tempo e outros que simplesmente não resistem.

Love Actually filme hugh grant

Love Actually filme lúcia moniz

Há amores e amores. Uns mais intensos. Outros mais à flor da pele. Mas o amor é amor.

O amor é amor. É isso mesmo. Pelos nossos namorados, maridos, pais, irmãos, tios, avós ou amigos. E cada uma ama na sua medida. Por que não se comparam amores nem formas de amar. Amor é aceitar a capacidade e a forma de amar do outro também.

Um beijo, um abraço, um feliz natal. Há muitas formas de expressar amor. Este filme retrata muitas formas de amar. Amar sozinho, amar em silêncio. Amar a dois. Amar a família. Amar amigos. Amar só por amar a loucura da vida.

Numa contagem, decrescente até ao dia de natal, o Love Actually junta várias histórias de amor em vários registos. Temos música, temos romance e temos humor. Temos direito a ver quanto amor é preciso ter no coração para abdicar dele. Percebem isto? Temos até direito a uma corrida pelo aeroporto de um miúdo apaixonado para se declarar à miúda mais fixe da escola. Se eu chorasse em filmes, tinha chorado nestas cenas.

Love Actually filme miúdos apaixonados

Christmas is all around. Love is all around.

1 Comente

  • Green
    27 Dezembro, 2017 17:54

    Nunca tinha ouvido falar deste filme, não faz bem o meu género mas, vou colocá-lo na lista de filmes a ver, quem sabe um dia destes me apetece ver algo do género.

Deixe uma resposta