sobre (não) correr

Sobre (não) correr

Às vezes lembro-me, enquanto estou deitada no sofá (muito oportuno!) dos tempos em que saia para a rua, para cometer um acto de loucura, chamado correr. Assim, sem ninguém me obrigar ou vir atrás de mim com um pau. Sem precisar de apanhar o próximo autocarro e sem estar a fugir de
uma coisa que nunca aprendi a fazer

Uma coisa que nunca aprendi a fazer

Uma coisa que nunca aprendi a fazer foi colocar os cordões nos ténis depois de os lavar. Ou seja assim que tiro os atacadores nunca mais os sei pôr de volta. Não se trata de atá-los. Dar um nó e um laço em seguida. Isso, embora nunca faça, porque me descalço e
kobo plus

Kobo plus – a biblioteca infinita

Todos os que vibram com livros e são leitores assíduos sonham com uma biblioteca como a do palácio da Fera (A bela e o Monstro), estou errada? Bom, mesmo que o vosso desejo não seja esse e se contentem com uma pequena livraria pessoal (que também é bom ideia!) há uma coisa
aos 35 já se esperava

Aos 35 anos já se esperava…

Aos 35 anos já se esperava que escrevesse textos mais maduros. Que fizesse escolhas com mais sensatez. Menos noitadas, mais lucidez. Aos 35 anos já se esperava uma família convencional. Um emprego estável. Mais concretizações do que sonhos. Aos 35 anos se esperava que tivesse aprendido a tocar guitarra e a fazer
35 livros

35 livros

Pensei fazer uma lista de 35 livros. Como se fosse por cada ano da minha existência. Não sabia como fazer esta lista. Então optei pelo método mais elaborado de sempre: fui escrevendo conforme me lembrei. Se repararem até começo com os livros que li primeiro. Na infância e adolescência li bastaste. E
músicas de 1987

Músicas de 1987

Fui ao google procurar músicas e 1987 para que eu não seja a única a fazer 35 anos. Essencialmente queria ver se me identificava com alguma e não é que fiquei agradavelmente surpreendida? Sempre gostei de música dos anos oitenta embora não possa dizer que os vivi na sua plenitude. Apenas três
assoberbados

Assoberbados ou a navegar ?

Sentem-se assoberbados ou a navegar na calmaria, livremente sem pressões? Naturalmente não percebem o porquê da minha pergunta tão metaforicamente elaborada, mas se tivessem que responder sem saber o motivo por trás disto o que diriam? Bom, agora que internamente responderam, vou ao que me trouxe cá hoje. Sentem que há demasiado
o fim dos homens

“O fim dos homens” | Book Review

“O fim dos homens” é o mais recente livro que adorei. Tão depressa não me vou esquecer. Podia ser uma distopia se o lêssemos antes de 2020. Trata de um mundo pandémico em que os homens são afetados por um vírus capaz de os matar em 48 horas. Como será o mundo